12 de set de 2011

Robô que bate papo pode se passar por humano

Cleverbot.com (Foto: reprodução) 
 
Quando se relaciona online, nunca se sabe quem pode estar do outro lado da tela. Mulher ou homem, velho ou novo, de boa ou má índole, humano ou máquina. E quem pensa que é fácil reconhecer quando se está falando com um robô pode se surpreender com o que o Cleverbot é capaz de fazer.

Imagine-se ligando para alguém e se deparando com a secretária eletrônica. Comumente temos o impulso de começar a “conversar” com a gravação. A criação do britânico Rollo Carpenter pretende que você se sinta exatamente enquanto conversa com uma 'pessoa virtual'.


A brincadeira se dá pelo site Cleverbot.com. É só digitar uma frase – que pode ou não ser uma pergunta – e aguardar a resposta. O projeto tem um quê de similar ao famoso Akinator que “adivinha em quem você está pensando”.

E para provar que é possível se enganar conversando em Cleverbot.com, o software foi posto a prova no Festival Techniche, em Guwahati, na India. A invenção foi capaz de enganar 59,3% das 1.334 pessoas que votaram. Um número muito maior do que o conseguido por Alan Turing, pai da computação moderna, em um de seus testes que questionavam a inteligência artificial.

Mas Carpenter diz que os resultados com o Cleverbot não significam que a máquina finalmente venceu o homem. “Na verdade, você pode dizer que ele falhou porque deveria ser totalmente indistinguível de um humano, e não era”, diz Carpenter, um pioneiro em softwares de conversação e autor de projetos como o Jabberwacky - site de 1997 - e George um ‘chatbot’ gráfico.

Cleverbot.com é acessivel gratuitamente ao público e 100 mil pessoas conversam com ele todos os dias. E quanto mais o robô conversa mais ele aprende.

“Cleverbot é como uma Wikipedia falante”, diz Carpenter. “Cada vez que alguém conversa com ele, ele aprende os diferentes contextos do que a pessoa está dizendo e usa isso em outras conversas. O objetivo  é imitar uma conversa humana, a medida que se desenvolve, ele fica cada vez mais sensível. Pode não ser indistinguível de um humano – mas 59 por cento é muito, muito perto.

Via: MailOnline

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